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quinta-feira, 5 de março de 2015

AMOR DE MÃE NÃO É PERFEITO



Talvez um monte de gente já vá esbravejar e disser: " Que absurdo, amor de mãe é perfeito sim"! Mas a verdade é que não é. Quebrar o mito de que amor de mãe é sagrado, que não pode contrariar,etc...é necessário. Muitas mães, por conta desse mito, sabendo dessa sacralização, se sentem com o poder para fazer o que quiserem e o que não quiserem com o filhos... 

Cuidado para não endeuzar também a sua mãe! Ninguém é perfeito, nem a mãe. Eu sou mãe e falo isso sem qualquer medo. Amo muitíssimo os meus filhos,no entanto, reconheço que não sou perfeita. Erro e muito. Às vezes sou chata demais, protetora demais, incompreensiva, truculenta, inconveniente...Sou humana e o fato de ser mãe não me coloca numa posição de perfeição ou inquestionabilidade. De maneira alguma.

"Não posso desagradar minha mãe, não posso discordar dela, não posso alertá-la sobre algum erro que esteja nitidamente explícito e ela insiste em fazê-lo, não posso colocar limite a ela, caso entre nos domínios da minha conjugalidade"? Claro que posso. Ela não está isenta de cometer erros. É preciso tomar cuidado para não colocar a mãe como um ser acima de todos, como se tudo que ela falasse ou fizesse fosse a verdade. Isso pode se tornar uma idolatria afetiva.

Nós precisamos ser homens e mulheres maduros  e nos conscientizar disso. Tem mãe que faz drama para ter o filho por perto, usa de um favor que o filho lhe pediu como meio para tê-lo em suas mãos, manipulá-lo, torná-lo escravo de suas vontades; mães que fazem chantagens emocionais, se fingem de doente, arrumam dores que não existem para usar de favores do filho, enfim... uma série de mães, que usam de estratégias mais tolas às mais perversas.

Então filho/filha, você principalmente que é CASADO/A, esteja atento a possíveis manipulações ou opiniões de sua mãe no seu casamento. A boa mãe, na verdade, que é saudável emocionalmente, saberá o seu lugar, saberá seus limites, saberá respeitar a vida íntima do filho, saberá que há domínios nos quais ela não deve entrar, dos quais não lhe dizem respeito.




PAI: uma referência para escolhas amorosas da filha



Um bom pai é a melhor referência de caráter masculino que uma menina tem pra avaliar os homens que dela se aproximam. Isso refletirá em quem ela escolherá como namorado, marido.

A propósito lembrei-me de uma entrevista feita com a Andréa Sorvetão cuja temática era família e casamento. Na ocasião ela havia mencionado que sua  filha certa vez tinha dito algo mais ou menos nesse teor: "Quando eu casar eu quero um marido que nem o meu pai é pra minha mãe."

Fica claro na afirmação dessa menina, a admiração pela figura paterna. Ela tem nele uma ótima referência para escolha de seus relacionamentos futuros. No mínimo não se envolverá com alguém que não a trate da mesma forma que o pai trata a mãe ou melhor.

Portanto, PAI, você é um referencial para sua filha e suas atitudes para com sua esposa são observadas por ela. Se você trata a sua mulher com amor, respeito, tolerância, companheirismo, gentileza, cordialidade, etc; essa será a referência para avaliar os homens que se aproximarem dela. Sua atitude de bom esposo, contribuirá severamente como parâmetro para escolhas amorosas no futuro de sua filha. PENSE NISSO!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

GRATIDÃO A DEUS E AMOR AOS FILHOS... LIÇÕES COM A HISTÓRIA DO PEQUENO ELIOT






O vídeo ao final deste texto conta a história do bebê Eliot. Já na gestação os médicos detectaram que o bebê era portador de uma anomalia genética conhecida pelo nome de Síndrome de Edwards ou Trissomia 18. Sendo assim os médicos aconselharam à mãe a abortá-lo, pois poderia nascer morto ou viveria por poucos dias. Os pais, no entanto, preferiram dar o direito de vida ao filho, mesmo sabendo que ele viveria pouco.

Deste vídeo podemos extrair lições preciosas. A começar pelo "tapa na cara" sobre o que de fato é GRATIDÃO...

Sobre esta deve se saber que não se restringe aos dias bons, quando tudo parece acontecer do nosso jeito, sob o nosso controle, sem imprevistos chatos... Ser grato quando tudo vai bem, qualquer um de nós é capaz. Mas a real GRATIDÃO acontece em qualquer circunstância, seja ela a mais dolorida e difícil possível.

Outra lição preciosa extraída do vídeo é sobre o AMOR INCONDICIONAL. Os pais de Eliot, o amavam, mesmo ele tendo uma doença que o limitava.

A vida do filho era importante, independente, de como ele era, de sua imperfeição genética. Quando uma mãe ou pai amam seus filhos, assim como a mãe e o pai de Elliot, não importa como ou por quanto tempo o filho venha ao mundo. Ainda serve de alertar aos pais que sentem vergonha dos filhos por serem o que são, por conta de suas escolhas profissionais, pelo pouco dinheiro que possuem...Pais que preferem um filho a outro, porque o outro tem melhor formação intelectual, ou é mais bem aparentado ou tem mais posses...Pais e mães que costumam dizer: "Eu queria que meu filho fosse médico"; "Meu filho é um simples eletricista". "Meu filho não conseguiu nada nesta vida"...

Eu mesma já vi casos de pais que preferiram um filho em detrimentos de outros, por aquele ser mais bem-sucedidos na concepção deles... Quanto engano nisso. Quanta bobagem...

Filhos são para serem amados, independente do que escolheram como ofício. Não existe profissão melhor ou pior. O que existem são OPÇÕES, ESCOLHAS, APTIDÕES para esta ou aquela. Desvalorizar ou desmerecer um filho porque ele não cursou o curso dos seus sonhos, a profissão da moda, a profissão que "dá" dinheiro... é de um erro e tolice enormes.Pessoas não valem pelo cargo que ocupam. Pessoas valem por que são pessoas. E filhos existem para serem amados e não para suprir as expectativas dos pais. Você como pai e mãe, pode e deve orientá-lo quanto à escolha da profissão, mas pressioná-lo ou escolher por ele, jamais.

Não caia na besteira de forçar seu filho a fazer o que você quer que ele faça. Deixe que ele, como indivíduo que é, com suas preferências, dons, aptidões, etc; escolha o que melhor lhe aprouver para daí extrair o sustento. Se é honesto, honroso, não há porque inferiorizar a escolha dele. O que ele precisa é do SEU AMOR. Filho não é extensão de pai e mãe. Filho é um ser único, indivíduo que pode até ter características similares aos pais, mas ainda assim, são INDIVÍDUOS, com gostos, olhares e escolhas próprias.

Assista, se emocione e aprenda com a história do pequeno Eliot. 




quarta-feira, 5 de novembro de 2014

APEGO E AMOR



Você confunde APEGO com AMOR? 
Será que realmente ama alguém ou apenas é apegado a ela?
Você sabe o que é amor?

http://www.youtube.com/watch?v=AI3xj9Cm3Sg

Sogra com câncer fake e infarto fake: maneiras de chamar a atenção e controlar as pessoas ao redor





http://www.youtube.com/watch?v=mFperck6RVo













INTERFERÊNCIAS DAS MÃES NO CASAMENTO DOS FILHOS




Muitas mães interferem ou interferiram no casamento dos filhos. Inclusive,muitas delas tiveram casamentos que não deram certo e projetam no filho suas frustrações, querem que o filho lhes seja o próprio "marido". Mas a coisa não funciona desse jeito. Toda mãe precisa deixar seu filho viver a vida dele, em paz, principalmente os casados.



Muitas não sabem lidar com o extinto materno, criam uma grande dependência emocional e escravizam o filho. O que há de sogra dando palpite na casa da nora, na vida do casal, dando palpite na hora errada, sem ser solicitada...não é brincadeira.

Já aconselhei muita gente ao longos desses dois últimos anos e o que tenho visto de casais que não dão certo, pela interferência da mãe..................................... É claro que isso não significa que toda mãe seja assim. Mas grande parte desenvolve a doença crônica da interferência na vida conjugal dos filhos e acaba ganhando a alcunha de intrometida, com razão. Umas com menos, outras com maior frequência.

O estigma da sogra, como a megera, o "pequeno" brinquedinho chamado língua de sogra não são à toa. Não surgiram do nada. Logicamente, como já disse no parágrafo anterior, generalizar e dizer que todas são assim, é grande injustiça. Pois o ser humano há de todas qualidades. Existem as sogras bem tranquilas, que respeitam o casamento do filho e que inclusive ganham a admiração e o amor da nora.

A verdade é que cada mãe precisa saber o seu lugar. E este lugar sem sombra de dúvidas, não é na vida conjugal dos filhos. A vida conjugal dele diz respeito a ele e ao cônjuge, a mais ninguém. A mãe precisa se conscientizar que o filho(a) casado tem uma vida à parte, que ele(a) construiu uma nova família e a prioridade e compromisso da vida dele são com o cônjuge, queira ela ou não.

Dessa forma, deve respeitar a individualidade da sua nora (ou genro), aceitar ela e o filho têm uma maneira própria de conduzir a vida e não têm que fazer as coisas do jeito que ela deseja ou acha que é certo. Seu filho (a) não é uma extensão sua, é um indivíduo. Além disso seu filho(a) não é mais um garotinho debaixo de suas asas, é um ser adulto, independente e com um compromisso a zelar: o casamento.

E você filho, precisa saber pôr limite a sua mãe, caso seja necessário, antes que seu cônjuge o faça por você. Se sua mãe passar do limite e tornar-se invasiva, é preciso dizer a ela com respeito, de maneira calma, mas com firmeza: " Mãe eu a amo, mas a senhora está passando dos limites. Eu preciso e devo cuidar da vida conjugal com meu marido (com minha esposa). Só nós dois. Sua interferência está atrapalhando o meu casamento. Por favor, compreenda."

Nos vídeos abaixo o padre Fábio de Melo discorre com franqueza e delicadeza sobre este assunto.






MARIDO COM MANIA DE PROFESSOR...




http://www.youtube.com/watch?v=q5iyHI886Qs

terça-feira, 4 de novembro de 2014

BULLYING NO CASAMENTO E NA FAMÍLIA



Bullying acontece não apenas nas escolas, locais de trabalho, redes sociais, mas também dentro do lar. Muitas vezes o cônjuge é valentão ou valentona. O bullying pode ser manifesto através de gritos, "tapas", beliscões, observações frias e comentários zombadores ou sarcásticos. Os métodos mais comuns são a intimidação e a coerção para conseguir o que quer, ou manifestar seu desagrado (Maridos exigem sexo, sem considerar se a esposa esta enferma, cansadíssima ou aflita. "É o dever da mulher", dizem . Falta ternura e doçura e chegam a citar a bíblia, acredite se quiser!). Esposas e mães também podem ser provocadoras, manipuladoras e, dependendo do temperamento, valentonas ( Ha maridos que temem que a mulher o apanhe em alguma falha e o "destrua"). Aqueles que sofreram e lutaram muito para superar situações e "venceram" correm o risco de, na formação do seu lar, se tornarem opressores. Aqueles que cresceram em ambientes de grande intimidação e levam isso vida a fora e para seus novos lares.: Acham que tem que ganhar no grito e pancada; ou não aprenderam a confrontar e aceitam o bullying para sobreviverem.


Até onde é conflito normal e começa o bullying?



É difícil avaliar. Casais tem conflitos. Cônjuges, pais e filhos já perderam a paciência uns com os outros; usaram táticas subversivas, ameças e manipulações variadas. Entretanto o bullying é um padrão. Há o intimidador e a vitima. Se você anda tenso no seu lar com seu cônjuge, quando ele chega, ou se você acha que ele vai reagir com raiva, só de saber que você fez algo que ele não gostou...talvez seja um sinal de que o bullying ronda o lar ou já se instalou.



O Bullying continuará se o assunto não for encarado. Se a vitima e ou o intimidador sempre acharem uma desculpa para justificar sua conduta, possivelmente isso nunca sara. Se você já se adaptou a esta dança emocional doentia no casamento, é preciso trabalhar para um casamento mais saudável.O pior é quando se usa "argumentos espirituais" para justificar tais condutas. A bíblia não pode ser usada para coagir, depreciar e abusar do outro. Nenhum tipo de bullying no lar representa o amor de Deus. 



É uma benção quando conseguimos romper esta síndrome do medo, da insegurança que rodeia a intimidade do lar. Muitas vezes quando há bullying em alguns lares um dos cônjuges, geralmente a mulher - e os filhos correm perigo de violência física e moral. Não é sinal de amor quando se permite o bullying dentro do corpo de Cristo, e muito menos na intimidade do lar. 



É preciso muita Coragem para enfrentar esta situação. Mas é preciso confrontar. Cônjuges, pais e filhos precisam abrir um espaço para ouvir uns aos outros com respeito e em espirito de oração e humildade. É preciso pontuar que esta forma de relacionamento é destrutiva. O Valentão tem que parar de dizer que sou assim desde pequeno. E a vítima tem que abrir suas dores. As vezes um pastor, um conselheiro, terá que intermediar este diálogo.



Texto do Pastor Jeremias Pereira.

COM QUEM VOCÊ ESTÁ CASADO? COM SEU CÔNJUGE ? OU COM A SUA MÃE, IRMÃ, PAI, TIA....?




Recebo muitos e-mails. Várias histórias complexas me são confidenciadas. Muitas vezes vi gente relatando o que vou nominar de CASAMENTO ÀS AVESSAS. Mas o que é isso afinal? Me refiro à gente que está casada com qualquer outra pessoa, MENOS COM O CÔNJUGE. Gente que tem compromisso, acordos, com o pai,  com a mãe, a irmã, a tia, menos com o marido ou a esposa. Está achando estranho isso? Pois pode acreditar. Talvez isso lhe soe estranho, mas existem vários casos assim. Gente casada com o parente, mas menos casada com quem deveria estar. A pessoa casou-se legalmente com outra, mas não vive  a conjugalidade com o outro. Deixe-me explicar melhor. 

Casamento tem que ter acordos, parceria, jogar a favor e não contra o outro. E esse jogar contra pode se dar de inúmeras maneiras. Quando o cônjuge sempre que tem oportunidade fala mal do outro para um parente ou amigo, enaltece a mãe, pai, irmã, irmão, etc; em detrimento do outro, quando um parente fala mal do cônjuge e você não defende, não discorda, não tira a má impressão, não fala nada ou pra piora coloca lenha na fogueira... Isso também é uma espécie de infidelidade conjugal, mostra que você está descasando e traindo emocionalmente seu cônjuge. Quando você tem medo da sua mãe, do seu pai, da sua irmã, do seu irmão, e não é capaz de defender seu cônjuge ainda que tenha errado, quando não é capaz de falar dele com misericórdia, com bondade, está descasando-se com ele e casando-se com outras pessoas e abrindo brechas para destruir seu relacionamento. 

Parentes e amigos às vezes infantis e/ou perversos que te manipulam e você não tem a coragem de enfrentar-lhes com firmeza  e paz, dizendo algo como: Olha, meu marido/esposa é uma pessoa de bem, eu o amo e também sou falho,por isso prefiro perdoá-lo, prefiro não julgá-lo. Quantos tem essa coragem? E quando você é quem inicia a maledicência? E não ache que se trata apenas de coisas "grandes", não, porque são nas coisas mais pequeninas que se maldiz o cônjuge. Vejamos alguns exemplos.

MARIDO: Há tanto tempo eu não como uma comida dessa mãe. 
MÃE: Uai, meu filho, sua mulher não cozinha pra vc não? 
MARIDO (FILHO): Não mãe, ela não gosta de fazer comidas mais elaboradas...não cozinha direito, sabe? 
MÃE: Nossa que mulher desnaturada, meu filho.
MARIDO: Pois é mãe, eu passo uns perrengues lá em casa...


IRMÃ: BELTRANA, E O FULANO, ELE TE LEVA PRA PASSEAR.?
ESPOSA:  Muito pouco, 3 vezes por ano...  
IRMÃ: Que absurdo. Mulher enclausurada é mulher infeliz. Você tem que bater o pé e exigir minha irmã. Não deixa não.
ESPOSA: Pois é, eu fico arrasada. Ele não liga pra mim. Nem se preocupa com as minhas vontades...
IRMÃ: Ih, esse casamento pra mim já era... 
ESPOSA: Você acha?
IRMÃ: Claro, onde já se viu um marido que não leva a esposa pra sair aos finais de semana. Casamento assim não dura...

Viram só? Coisas "bobas" podem pensar alguns, mas que  podem causar um grande estrago e destruir os relacionamentos.

E quantos são tão cínicos capazes de depois de uma conversa nociva, maldosa, cheia de impiedade,chegar em casa e olhar no rosto do cônjuge com a consciência tranquila, beijá-lo, abraçá-lo... Você já  se auto-avaliou alguma vez e pensou consigo mesmo: "Acabei com minha esposa ou marido, destilando meu veneno ou deixando-me envenenar por outros que o maldisseram... ou Poxa, não devia ter falado mal do meu marido/esposa...estou me sentindo mal com isso" ? É importante fazer esta reflexão. Afinal, você está casado com quem ???? Com seu cônjuge ou com outra pessoa qualquer?  Com quem é o seu compromisso, a sua parceria? Pra que time você torce? Com quem você dorme?  Com quem você caminha? Com quem você está casado? Se você tem agido dessas formas citadas acima ou similares, lamento te dizer, mas a sua torcida é contra o seu casamento, você está jogando contra, e muito contra...E eu te pergunto: Que fidelidade é essa afinal? O que adianta ter apenas fidelidade corpórea, sexual, se  está a agir como um adúltero emocional ???? Esse tipo de infidelidade pode trazer muitas consequências desastrosas, tanto quanto o outro.

Por isso, você que me lê, não maldiga seu cônjuge, nem deixe ninguém te envenenar contra ele. Esse é o tipo de veneno que você pode recusar. Só depende de você. Não mude seu tratamento com seu cônjuge, não brigue com ele/ela, porque ouviu uma maledicência a respeito dele (a) ...

Além da maledicência, outro jeito de ser infiel a seu cônjuge e casar-se com a parentela ou amigo, é procurando agradá-los em lugar do seu marido ou esposa. É colocar o que eles querem acima do seu relacionamento, é priorizar opinião deles, que coloquem em risco sua relação, etc... De novo as perguntas: Com quem é o seu compromisso, a sua parceria? Pra que time você torce? Com quem você dorme?  Com quem você caminha? Com quem você está casado? 


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

INDIVIDUALIDADE E CONJUGALIDADE: O NÓS DOIS E O EU E ELE...




Num casamento, há os NÓS DOIS e há o EU e ELE (o cônjuge). O "NÓS DOIS" se refere aquilo que há em comum ao casal, à conjugalidade. Mas há muita gente esquecendo que também há o EU e ELE. Quando as pessoas se casam, embora se tornem uma só carne, elas não deixam de ser INDIVÍDUOS, portanto, não perdem a sua individualidade. Não confundam com individualismo...que é um sentimento egocêntrico e não tem nada a ver com individualidade!

Bem, mas vamos lá. Certo dia vi um pastor relatar o caso de uma mulher que ameaçava o marido, por causa do surf que ele praticava. Ela dizia: Se vc for para o surf eu vou embora ou vou beber todas!...Que tolice! Que falta de  respeito. Sim, falta de respeito à individualidade do marido. Ela já o conheceu praticando surf o que a levou  então a pensar que ele deixaria de praticá-lo???? É um engano gigantesco achar que se vai fazer o cônjuge mudar depois do casamento. Tem gente que se casa pensando desse jeito. Achando que vai fazer a cabeça do cônjuge para largar isso ou aquilo depois que estiverem casados. Lamento informar,mas não é assim que a banda toca.

Portanto, a fase do namoro, é primordial, pra que você conheça a pessoa, ainda que não com tanta intimidade como no casamento, mas esse período é importante para conhecer os gostos da pessoa, perceber se há afinidades, etc. Não adianta só ter atração física, dizer que rolou uma química, ter apreciação pela beleza da pessoa...Isso não é suficiente para viver uma relação saudável. Você precisa conhecê-la  num nível mais profundo, que excede à aparência, observar se há alguma afinidade, convergências, pois se não houver, fica muito difícil construir um relacionamento sadio. Se uma  mulher, por exemplo, não gosta de homem que pratica algum esporte, então pelo amor de Deus, não case com ele !!!Se o homem conhece a moça e ela pratica balé clássico e ele não gosta disso e mesmo assim prefere continuar o relacionamento, pensando que depois de casados,  ela vai por mágica deixar de praticar ou gostar de balé, cuidado!!! Depois não reclame. Se você não aceita a pessoa como ela é, não sabe administrar essas coisas, é melhor se afastar. Será melhor pra você e para a própria pessoa. Você pode estar evitando uma tragédia futura...Agora se você não gosta muito que essa ou aquela modalidade esportiva ou outra atividade qualquer, MAS, PORÉM, CONTUDO, TODAVIA... sabe respeitar pelo menos o que a pessoa gosta, aí pode-se repensar a questão.

Mas não case e obrigue a sua mulher ou marido a pôr de lado aquilo que é saudável e lhe dá prazer, por conta de um capricho, chatice, implicância, insegurança ou ciúme seus. Se é algo que não compromete a relação, é preciso deixar a pessoa respirar. Muita gente por causa de ciúme doentio, insegurança, acaba tentando controlar a esposa ou o marido e chega a fazer chantagens com os mesmos. Isso não faz parte do amor. Respeite a individualidade dele ou dela.  Tentar tirar a individualidade de alguém é tirar-lhe a própria essência, sua personalidade.Amor implica em respeitar seu cônjuge como indivíduo que é e não tratá-lo como um brinquedinho a sua mercê. Há momentos que vocês estarão juntos, farão atividades em comum, mas haverá outros em que seu cônjuge desejará estar sozinho, jogando um vídeo game, um futebol, correndo, praticando um surf,  balé, fazendo aula de circo...ou outro esporte ou outra atividade que aprecie...Quem ama não tolhe, não desrespeita a liberdade do outro de fazer as coisas que gosta.

ATÉ BENITO DE PAULA, SABE QUE UM HOMEM QUE MALTRATA SUA MULHER A ACABA PERDENDO...


Não precisa ser cristão de carteirinha pra saber disso, não é? Um pouco de inteligência basta. 


https://www.youtube.com/watch?v=qfYTOVXyd8M#t=101


A ARTE IMITANDO A VIDA

"Diz que faz e acontece, que não tem medo de nada, levanta a voz, fala alto, maltrata a mulher amada...Quando ela cisma e vai embora,
a montanha se desmancha, e o mais valente dos homens chora como criança..."

domingo, 26 de outubro de 2014

SOCORRO: MINHA MULHER QUER LEVAR A MINHA SOGRA PRA MORAR COM A GENTE!



O grito de socorro é de um marido cuja esposa disse a ele que iria trazer a mãe pra morar com eles. Segundo o marido, a esposa alegou que a mãe dela reclamava constantemente que os irmãos solteiros estavam brigando pra ver quem mandava mais na casa da mãe, e que a mãe já sem paz por conta de tantos atritos, pensou em alugar uma kitinete. Mas que a esposa dele, com pena da mãe gastar dinheiro alugando um imóvel, tendo a própria casa, estava pensando em trazer a mãe para morar com eles. Ele disse: "Isso é demais pra mim, não dou conta de uma situação dessas. O que eu tenho a ver com isso? Já bastam os meus problemas, as minhas contas... Agora sou eu quem não vou ter paz! E a minha mulher, quando eu disse que não queria, me chamou de egoísta e tem se afastado de mim. Isso está acabando com nosso relacionamento".

É...perfeitamente compreensível a angústia desse marido. E não é porque se trata unicamente da SOGRA. Se fosse, o SOGRO, o cunhado, a cunhada, o primo, a prima, etc....ou qualquer outro estivesse na eminência de ir morar na casa dele, também o pedido de socorro faria jus do  mesmo jeito. E não SE TRATA de egoísmo desse marido. E sim inviabilidade. Egoismo é da esposa que quer jogar tamanho peso nas costas do marido. Ele não tem essa obrigação. O compromisso dele é com ela. É um fardo pesado de mais querer que o marido suporte a sogra dentro de casa.

A vida a dois já é muito delicada, já traz consigo suas próprias dificuldades, agora querer trazer mais um a reboque, é demais. O casal precisa de espaço, de privacidade,  para construir sua própria vida e com parente por perto isso se torna  muito difícil, e em alguns casos, impossível! Não precisa nem estar escrito na Bíblia. Qualquer pessoa madura que tenha um mínimo de bom senso saberá que isso não funciona. Eu mesma já morei com uma tia irmã da minha mãe, que na época tinha uns 4 anos que havia falecido.Eu era órfã de mãe, tinha acabado de sair da adolescência e entrado na fase adulta. Minha tia por compaixão quis me acolher, pois viu o quanto eu estava carente de afeto, mas não foi bom para ela. Embora eu morasse num cômodo à parte  da casa dela, a minha presença ali trazia necessidade de certos ajustes, configurações,que atingiam aquela família de alguma forma. Eu não tinha consciência do quanto minha presença ali afetava a vida deles. Minha tia me tratava bem, mas em certas situações, com um pouco de sensibilidade eu conseguia perceber que estava lhes trazendo incômodo. Eu ainda que muito nova e imatura,  já me sentia incomodada, sabia que ali não era o meu lugar. Eu precisava sair dali e então depois de algum tempo fui definitivamente morar sozinha, ter o meu canto. Eu estava enfadando a minha tia e sua família...

Mas se alguém quer uma base bíblica pra isso, então vamos lá.:"Deixará o homem seu pai e sua mãe e unir-se-a a sua mulher e juntos serão uma só carne". Não está escrito: Levará o homem seu pai e sua mãe, seus irmãos e unir-se a sua  mulher... De jeito nenhum. É necessário deixar pai e mãe...e tudo mais (irmão, irmã, primo, prima, avô, avó, etc...) Você precisa ter isso em mente: você está se casando com uma pessoa. Não deve levar parentela a tiracolo nem se casar com alguém que leva a parentela a tiracolo também. Repito: Você irá casar-se com UMA PESSOA e não com uma legião e vice-versa. E quer outra base bíblica? Então ouça: NÃO pise muito a casa do seu próximo para que ele não enfade de ti. Se pisar muito pode causar um enfado no dono da casa, imagina morar? Morar é pisar na casa do próximo diariamente, seja ele filho,filha, genro, nora...!!!

A verdade é que cada casal precisa do seu espaço e de preferência, dependendo, da mentalidade da parentela, de um ou do outro, bem longe, para evitar maiores desgastes e "invasões". 

Não é à toa que casais que moram no mesmo terreno dos pais ou sogros passam por maus bocados. E pode ser o melhor pai ou a melhor mãe, que não dará certo. CASAL tem que ter seu canto. Tem que deixar pai e mãe também GEOGRAFICAMENTE. Tem que viver a dois. Quando mais que isso, SÃO ou serão APENAS OS FILHOS.

E vc que me lê que é SOGRA, SOGRO, etc...nem pense na possibilidade de ir morar com um filho (a) seu (a), este (a) estando casado (a). Mesmo que o seu filho ou sua filha tenha lhe convidado. Ele ou ela não sabe o que está dizendo. Inclusive aproveite para mostrar sua maturidade e sensatez dizendo que isso não fará bem ao casal. Não queira ser um peso pra eles. Por mais que você possa ser uma pessoa centrada, na sua, que fique bem quietinha no seu canto, praticamente muda, não adianta, ainda sim será uma pessoa, uma presença ali. E presenças pesam. Não tem casamento que consiga sobreviver a isso. Um parente no seio conjugal, faz com se torne uma habitação que contraria tudo o que o casamento significa, tudo o que a Escritura chama de comunhão  entre um homem e uma mulher. E principalmente às SOGRAS digo: Não fique levando problemas seus para seu filho ou filha casado (a). Ele ou ela já  constituiu a própria família e ela é a prioridade pra ele (a). Não seja "MADURO" na idade apenas, SEJA MADURA (o) na mentalidade". Muitas sogras gostam de se fazer de coitadinhas,de dizer que estão sofrendo, enfim, fazer aquele dramalhão todo, a velha chantagem emocional para o filho ou filha que se vê praticamente coagido (a) a socorrê-lo, em coisas, que eles na maioria das vezes poderiam muito bem resolver sozinhos. Você é uma MÃE OU PAI SÁBIO? Então poupe o seu filho ou filha de problemas. Não fique enchendo-lhes a cabeça com más notícias desnecessárias. Ele (a) já tem muito com o que se preocupar. Cultive o bem. Não atrapalhe a vida conjugal do seu filho ou filha.

E você marido ou esposa que está querendo trazer parentes para morar em sua casa, não faça isso! Qualquer insistência nisso é definitivamente um suicídio conjugal, é pular de cabeça num buraco. Isso é um peso que seu cônjuge não pode carregar. Não obrigue isso a ele. Não impute a quem você ama algo que está além das forças dele. Isso é ser egoísta. O seu compromisso quando decidiu casar-se é primordialmente com seu cônjuge!!!  Tenha consciência disso. Não tente ser o  salvador da pátria e resolver os problemas de pai ou  mãe ou parentes seus em detrimento do seu casamento. E você que está pensando em se casar, se você tem vocação pra freira, melhor ficar solteiro pra cuidar da sua parentela e de quem mais quiser. VOCÊ MARIDO, VOCÊ ESPOSA, está casado com seu cônjuge, não com seu pai, sua mãe, ou quem quer que seja. Aos casados cabem agradar ao CÔNJUGE!!! Se ama seu cônjuge, afaste de vez essa possibilidade DE TERCEIROS MORANDO NA CASA DE VOCÊS,  antes que seu casamento naufrague.



terça-feira, 7 de outubro de 2014

SERÁ QUE OS FILHOS SERÃO CRISTÃOS COMO OS PAIS ?




É claro que não dá pra responder com sim ou não a pergunta que encabeça o título desse post é. Afinal,  o futuro pertence somente a Deus. Não compete a nós sabê-lo. Não temos esse poder. Segundo, entenda bem, que  quando falo de ser cristão, não falo de conhecer a Bíblia de cor e salteado, pregar o texto contido nela, ser douto em teologia  ou frequentar um templo religioso. Falo de vivenciar o amor de Cristo como prática nas relações interpessoais. Sendo assim, os filhos serão cristãos se nós pais formos capazes de dar a eles o testemunho do bem que nós experimentam sendo cristãos.  É bem provável que eles também queiram ser...

Às vezes nós queremos que os nossos filhos sejam cristãos, mas a gente não demonstra em nada o benefício que o cristianismo trouxe a nós. Nós é que geramos muitas vezes o ateísmo em nossos filhos.  É impressionante como é fácil a gente cair no cristianismo pagão, ou seja,  quando temos todos os ritos, participamos de tudo, andamos com a Bíblia debaixo do braço, escrevemos frases bíblicas ... Até aí  só aparência, só exterior. Mas a gente não permite que a Palavra de Jesus modifique o nosso jeito de ser quando não permitimos que o poder da palavra de Jesus, entre no nosso sangue, no âmago do nosso ser, nas nossas entranhas e modifique o nosso jeito de pensar, o nosso jeito de agir... Às vezes falta a nós pais, coerência, entre o falar e o agir.  Como dizia o educador Paulo Freire, " é preciso diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal maneira que num dado momento, a tua fala, seja a tua prática."

Não adianta mandar o filho para a igreja achando que lá o pastor vai fazer alguma coisa, mandar pro padre achando que ele também vai dar um jeito ou que a irmã fulana de tal vai ajudar o seu filho...  É verdade que eles ATÉ PODEM (não necessariamente, e inclusive podem até gerar um efeito inverso) contribuir de alguma forma, mas ESTA NÃO É A RESPONSABILIDADE DELES.

A primeira responsabilidade de educar os filhos com princípios cristãos cabe aos pais. É dentro de casa que a gente faz o "culto" acontecer de verdade... Não é blá, blá, blá, é AÇÃO que se vê no chão da vida. Repito: não adianta decorar a Bíblia, o livro inteiro que seja, ditar versículos, frases de efeito, fazer discursos floreados, nada disso. A criança só é convencida pelo bem praticado, vivenciado. E se o que ela vê diante dos olhos é ruim, vai querer se afastar,  tenha  o nome que tiver, inclusive o de cristianismo. É bem provável que até diga: "  Isso é que é ser cristão? Eu estou fora. Não quero isso pra minha vida." Ela precisa ver o EVANGELHO que se traduz numa realidade de "REL- AÇÃO" de amor genuíno, que reflita de fato a pessoa de Cristo no trato para com o outro, na forma de encarar as situações da vida, sejam elas boas ou ruins. JESUS é a PALAVRA VIVA que deve se refletir na relação de qualquer casal que professa crer Nele e por conseguinte isto reverberará na vida dos filhos. 

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

COMPORTAMENTOS INFIÉIS


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Você quer um casamento duradouro e feliz? Então tenha cuidado com comportamentos infiéis.  Além de uma traição formal, existem outras maneiras de infidelidade ao cônjuge.  Muitos casamentos têm sido destruídos por conta de uma ou mais delas. Confira abaixo se você anda cometendo algumas delas e se estiver, a hora de mudar é AGORA.O texto foi extraído de um artigo do terapeuta de casais e família, Gary Lundberg. 

  • 1. Flertar

    Ter um pouco de diversão lúdica no escritório com um colega de trabalho não pode ser tão grave, você racionaliza. Afinal de contas, paquerar é divertido. Evite-o como uma praga. É perigoso. Se alguém flertar com você, ignore. O que se enquadra na categoria de flertar? Aqui está uma explicação do que é flertar. "[O colega] geralmente é envolvente ao falar e se comporta de uma maneira que sugere uma intimidade levemente maior do que a relação real entre as partes justificaria, ainda que dentro das regras de etiqueta social, que geralmente desaprova uma expressão direta do interesse sexual. Isto pode ser feito através de inserir à comunicação um senso de diversão ou ironia... A linguagem corporal pode incluir mexer no cabelo, contato visual, tocar rapidamente, etc. "
    As pessoas casadas nunca devem se envolver nesse tipo de comportamento com alguém que não seja seu cônjuge. É uma forma real de infidelidade que não leva a nada de bom. A pessoa com quem você está flertando pode entender como um convite e tentar um relacionamento que você nunca teve a intenção de iniciar.
  • 2. Confidências com o sexo oposto

    Quando você confidencia seus problemas a alguém do sexo oposto, está se colocando em uma posição vulnerável. Pode parecer inofensivo. Afinal, você só precisava de um ombro para chorar. Se você tem um problema, fale sobre isso com o seu cônjuge. Esse é o seu melhor ombro para chorar. Sempre. Se isso não for possível para você, tente um parente, sacerdote, ou um terapeuta de confiança. Não alguém que possa considerar isso um convite para a intimidade. Mesmo se não começa dessa forma, muitas vezes termina assim. É uma forma de infidelidade.
  • 3. Passar tempo a sós com alguém

    O que parece ser um almoço inocente com alguém do sexo oposto ou um bate-papo na casa desse alguém sem o seu cônjuge está definitivamente na categoria de comportamento infiel. Você ou a outra pessoa pode dizer: "Ei, nós dois somos adultos. Nada vai acontecer." Bem, as coisas acontecem. Não é apropriado. Vá para casa e passe esse tempo com seu cônjuge.
  • 4. Falar negativamente sobre o seu companheiro

    Quando você é um amigo verdadeiro de alguém, você nunca diz coisas ruins sobre ele para os outros. Seu companheiro é seu melhor amigo e é a última pessoa sobre quem você deve falar negativamente. Se você tem um problema com o seu amado/amada, converse sobre isso com ele ou ela. Deixe suas conversas com os outros se concentrar nas coisas boas sobre o seu cônjuge. Isso é ser fiel.
  • 5. Conversa na Internet com alguém do sexo oposto

    Se você acha que isso é inofensivo, pense novamente. Pode começar assim, mas definitivamente não vai acabar assim. Alguns se envolveram através de uma inocente conversa com um ex-namorado ou namorada do colegial ou da época da faculdade, ou até mesmo um estranho. Uma coisa pode levar a outra e antes que você perceba, seu casamento está em perigo. Não faça isso. Só vai terminar em tristeza e desgosto para sua família.
  • 6. Vestir-se para atrair a atenção de alguém que não seja seu cônjuge

    Se você se veste para parecer bem aos olhos de outra pessoa, você precisa reavaliar seus motivos. Tentar atrair alguém vestindo uma roupa sexy é mais uma forma de saltar para as águas da infidelidade.
  • 7. Escrever bilhetes íntimos ou cartas pessoais a outra pessoa

    Se você estiver escrevendo uma carta de condolências ou parabéns, ou outros bons votos, que sejam de você e seu cônjuge. Então não haverá nenhum mal-entendido sobre suas intenções.
  • 8. Não ser para seu cônjuge um parceiro sexual bem disposto

    Ser fiel ao seu cônjuge significa dar-se mais para que ele ou ela possa desfrutar o lado íntimo do casamento. Ao negar a intimidade sexual ao seu cônjuge, você não está fazendo a sua parte em manter seu casamento forte e gratificante. É uma atitude que cria tristeza e até mesmo suspeita. Ser um cônjuge fiel significa fazer sua parte para tornar seu casamento um belo relacionamento em todos os aspectos.
  • 9. Colocar seus pais à frente de seu cônjuge

    Seu cônjuge deve ser sempre o número um em sua vida. Se algo maravilhoso acontece com você, como uma promoção, uma confirmação de uma gravidez, ou de qualquer outra boa notícia, você pode ser tentado a ligar imediatamente para um de seus pais para compartilhar a alegria. Resista. Deixe que seu cônjuge seja o primeiro a conhecer a sua boa notícia. Em seguida, compartilhe-a com as outras pessoas.
  • 10. Colocar seus filhos à frente de seu cônjuge

    Crianças são importantes. São sem dúvida pessoas muito importantes em sua vida, mas não mais que o seu cônjuge. Se você chuta o seu cônjuge para fora do topo da sua lista de prioridades você não está mostrando fidelidade total a ele ou ela. Seu companheiro deve vir em primeiro lugar. E isso não apenas dá liga ao seu casamento e o torna mais forte, como dá a seus filhos uma segurança que eles nunca teriam se o seu cônjuge não for prioridade.
    Pondere sobre esses pontos e certifique-se que você está sendo 100 por cento fiel ao seu cônjuge. Ao fazer isso você vai criar um casamento verdadeiramente feliz e gratificante.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Construindo a compatibilidade


Recentemente estive lendo um artigo sobre compatibilidade de Rob Jenkins, autor do livro Family Man (Homem de Família) e fiquei refletindo acerca do assunto e depois resolvi vir aqui escrever, com o intuito de ajudar os casais.

Comecemos pensando num transplante de medula óssea. Para que o mesmo seja possível, é necessário que haja compatibilidade entre as medulas do doador e do receptor. Não havendo se torna impossível o procedimento. E quando se trata de um casamento, é necessário que os cônjuge sejam compatíveis ? A resposta é SIM.  Não como uma médula exatamente, é claro. Porque as pessoas mudam. Quando jovem alguém por exemplo, pode gostar de acampar, depois já mais velho, deixar de gostar. O que uma pessoa quer aos 20 pode não ser mais o que quer aos 40. Você ainda pode ser um sedentário na mocidade e virar praticamente um atleta na maturidade. Interesses podem mudar. Seu cônjuge pode mudar ou você pode  mudar. E ao longo do casamento, os casais precisam se comunicar constantemente sobre essas questões.

Surgindo novos interesse no parceiro, é necessário que o cônjuge tente acompanhá-lo de alguma forma. OU seja, encontrar alguma maneira de apoiar e de esforçar-se para desenvolver um interesse nas coisas pelas quais o outro se interessa. Isso seria o mesmo que reencontrá-lo no meio da caminhada.

Sendo assim não estamos tratando a COMPATIBILIDADE como algo que se tem ou não tem, como algo referente estritamente à visão de mundo e perspectivas em comum, mas algo que pode ser oferecido ao outro a partir de um esforço pessoal, algo que pode ser construído. Essa é a abordagem que o autor traz ao tratar da compatibilidade: que a mesma se torna uma escolha consciente ao longo do casamento. Sendo assim,  devemos compreender que quando realmente colocamos nosso cônjuge em primeiro lugar na nossa vida, então devemos ser capazes de manter um nível de compatibilidade que nos permite viver em relativa paz e harmonia. 

O amor é assim: busca os interesses do outro. E isso muitas vezes requer esforço de cada um dentro do relacionamento. Portanto, meu amigo, minha amiga, construa. Edifique seu casamento. Escolha ser compatível.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

CRÍTICAS FAZEM COM QUE SEU CÔNJUGE SE AFASTE



Lábios que criticam afastam os beijos. Esse é o título desta foto. E faz algum sentido? Total. Se o cônjuge critica o outro, haverá um afastamento.

Ninguém quer um companheiro que o critica. Ficar criticando seu cônjuge só o fará ir para longe de você. Só criará barreiras, mágoas e distanciamento. Você tem que aprender a ser tolerante e lembrar-se que seu cônjuge não é perfeito, nem foi moldado por você. Então, o ideal é tentar ignorar pequenas imperfeições e colocar as  qualidades acima do que você não gosta na pessoa que você escolheu para viver a vida.

Críticas só servem para fazer com que seu cônjuge se sinta péssimo. Não pense que censuras vão mudá-lo (a). Elas vão fazer, sim, com que aos poucos seu cônjuge deixe de gostar completamente de você...e os beijos acabem...É só isso que você vai conseguir com as críticas...nada mais.

NÃO BASTA DIZER QUE AMA, TEM QUE DEMONSTRAR QUE AMA



DEPRESSÃO: UMA DOENÇA QUE TEM ATINGIDO VÁRIAS PESSOAS E ABALADO CASAMENTOS



"Eu tinha um cachorro preto, seu nome era depressão"



https://www.youtube.com/watch?v=RTcmNwK4420&feature=youtu.be

domingo, 10 de agosto de 2014

PRA VOCÊ QUE BUSCA A TAL "ALMA GÊMEA"


Copie e cole o link na barra do seu navegador e ouça a mensagem em áudio:

http://flaviosiqueira.com/2014/08/08/pra-voce-que-busca-a-tal-alma-gemea-audio/

sexta-feira, 25 de julho de 2014

SEU RELACIONAMENTO CONJUGAL REFLETE DE QUE FORMA NA VIDA DOS SEUS FILHOS?






A Bíblia ensina que a mulher deve ser a pessoa mais importante para o marido e, da mesma forma, o marido deve ser o mais importante para a sua mulher. Porém, o que acontece hoje com frequência, é que as necessidades emocionais, que deveriam ser supridas pelo cônjuge, não o são. Então os pais buscam suporte emocional nos filhos...
O problema é que os filhos não foram feitos para isso! Eles não devem servir como compensação para um relacionamento frio e desinteressado. Os filhos são a coroação do amor conjugal. Se o marido amar a esposa mais do que tudo e vice-versa, os filhos se sentirão mais confiantes. Eles terão segurança de que os pais se amam de todo o coração e saberão que o lar é um local de paz, harmonia e segurança. Com isso, esse modelo será reproduzido nas futuras gerações da família.
Que em sua união possa haver este objetivo: avançar sempre - um em favor do outro, um valorizando o outro... Nenhuma dificuldade tem o poder de deter o casal que anda assim, pois entendem que nada é maior do que a sua história e o seu amor.
Este é o caminho que Deus tem para cada casamento: prosseguir em amor. Isso fará bem para bem para o casal e para os filhos!

Bem colocou o pastor Antônio Júnior. O relacionamento conjugal reflete na vida dos filhos. Os filhos que vêem constantemente os pais brigando tornam-se inseguros, ao contrário dos filhos que vêem seus pais "brincando". Estes vibram de alegria! Que tipo de filhos estamos construindo?